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Do viral à lei: o impacto das redes sociais na agenda do Congresso

  • Butike
  • 20 de ago. de 2025
  • 1 min de leitura

A recente “Lei Felca” tornou-se um exemplo emblemático da influência das redes sociais na produção legislativa. Após a viralização do vídeo do influenciador Felca, denunciando a sexualização precoce de crianças, a Câmara dos Deputados se apressou em apresentar projetos e o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos/PB), declarou prioridade imediata ao tema.


Esse movimento ilustra como o Parlamento busca se reconectar com a sociedade por meio de respostas rápidas. Mas revela os riscos de legislar a partir do “barulho digital”: proposições genéricas, muitas vezes sem base em dados oficiais ou mecanismos de implementação.


É nesse ponto que o profissional de Relações Governamentais assume papel estratégico. Cabe ao Relgov qualificar o debate, aproximar parlamentares de diagnósticos sólidos e traduzir a urgência social em propostas legislativas consistentes. Mais do que reagir a pressões, trata-se de construir pontes entre a sociedade, o setor produtivo e as instituições, garantindo que causas legítimas resultem em políticas públicas eficazes e duradouras.


O desafio é claro: equilibrar a velocidade das redes com a responsabilidade da boa formulação legislativa. Nesse equilíbrio, o Relgov deixa de ser apenas um mediador e se torna um ator essencial para a qualidade democrática.

 
 
 

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